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Igreja combate cultura da morte com ‘armas de luz’, diz padre

Igreja combate cultura da morte com ‘armas de luz’, diz padre

Padre italiano explica como a Igreja Católica deve combater a “cultura de morte” que se instalou na sociedade
André Cunha
Da redação, com colaboração de Fabiana Sá
A família, comunidade instituída por Deus, como define o Catecismo da Igreja Católica, tem sido alvo da “cultura de morte” que permeia a sociedade. Segundo o padre Livio Melina, presidente do Instituto João Paulo II para estudos sobre a família e o matrimônio, a Igreja deve combatê-la com “armas de luz”.
“A metáfora das armas é usada por São Paulo na carta aos Romanos falando das armas da luz. Ele diz que os cristãos têm as armas da luz próprias da virtude que o Espírito Santo suscita dentro deles, para que possam construir essa nova realidade, que é a cultura do Evangelho e da vida”.
De acordo com o sacerdote, a Igreja é capaz de promover uma nova cultura porque recebeu de Cristo o dom de Seu Evangelho, “que ilumina a vida e a faz mais clara e brilhante em seu valor e na exigência ética que ela comporta”.
Pelo Evangelho, a Igreja é capaz de ter ações, iniciativas, de realizar obras que promovam a vida e tornam perceptível a novidade que o Evangelho que Jesus veio trazer ao mundo.
Padre Livio Melina, italiano, participou do Seminário da Comissão de Bioética da CNBB que marcou as comemorações dos 20 anos da Encíclica Evangelium Vitae – nesta quarta-feira, 25 – escrita por João Paulo II. O evento aconteceu em Curitiba entre os dias 20 e 22 deste mês.

Fonte: Canção Nova

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